Estúdio de Tecnologia
Inteligência que vira
ferramenta.
A gente entra no seu trabalho pra entender onde ele trava. Só depois constrói a ferramenta que destrava — feita pro seu negócio, não pro mercado.
- Mais conversa virando orçamento
- Faturamento que não depende de você estar disponível
- Tempo de volta pra família
- Previsibilidade no lugar do improviso
- Avaliação melhor no Google Meu Negócio
- Cliente respondido na hora, não amanhã
- Menos coisa passando batido
- O código é seu
Você não tem problema de tecnologia. Tem trabalho demais na mão errada.
Quem responde o WhatsApp da sua empresa é você — no almoço, na obra, às onze da noite. O orçamento demora porque depende de você sentar. O cliente que não foi respondido em vinte minutos foi responder de outro.
Nada disso é falta de esforço. É falta de ferramenta.
Como a gente resolve
Primeiro entender, depois construir
A conversa começa no trabalho que já existe: no que trava, no que se repete, no que se perde. A ferramenta vem depois — e vem sob medida.
Você atende e não perde cliente
O contato chega, é respondido na hora, é qualificado e vira reunião marcada. Você entra quando o negócio já está de pé.
Sob medida · 2 a 4 semanas
O que está espalhado vira um lugar só
Planilha, caderno, WhatsApp e cabeça. Vira um sistema feito pro jeito que a empresa já trabalha — não o contrário.
Sob medida
Sua presença sustenta o preço que você cobra
Site e presença digital que fazem o cliente entender por que você custa o que custa. Não um panfleto online.
Sob medida · 3 a 6 semanas
Feito com ofício
Esse é o nosso próprio assistente. Numa conversa real.
Um dono de empresa mandou “bom dia” e saiu da conversa entendendo o próprio gargalo, com uma reunião oferecida. Ninguém da Ofício digitou uma linha.
Essa é a parte do seu dia que a gente devolve.
Trecho da conversa
- E hoje, quem cuida das mensagens que chegam pra vocês?
- Eu mesmo.
- Quanto tempo por dia você acha que vai pra isso?
- O dia todo e mais um pouco.
O ofício por trás
Quem constrói é gente, não uma agência.
Meu nome é João. Não fiz faculdade de tecnologia — aprendi fazendo, errando e refazendo, e antes disso passei anos no administrativo e no financeiro de empresas parecidas com a sua. Sei o que é um mês apertado e o que é dinheiro mal gasto.
Por isso a Ofício não vende pacote fechado. A gente olha o seu trabalho, entende onde dói e constrói pra ali. Você fala comigo, não com um atendente.
Antes de falar com a gente
O que costumam perguntar
Quanto custa?
Depende do escopo, e o escopo sai do diagnóstico — que é sem custo. Automação de atendimento começa na casa de poucos milhares de reais; sistema sob medida é projeto maior. Você recebe preço fechado antes de qualquer linha de código.
Minha empresa é pequena. Vale a pena?
Porte não define o projeto — o problema define. Empresa de duas pessoas com atendimento travado ganha mais que uma grande sem foco. Se o diagnóstico mostrar que não vale, a gente diz.
Preciso trocar os sistemas que já uso?
Quase nunca. Preferimos fazer o que existe funcionar junto a mandar todo mundo aprender ferramenta nova. Trocar só quando o custo de manter é maior que o de mudar.
E depois de entregar, acabou?
Só se você quiser. A sustentação é mensal e opcional: acompanhamos o uso, corrigimos o que aparece e evoluímos o que a operação pedir.
Você cuida do seu ofício. A gente cuida do nosso.
Conte o que precisa resolver.
Primeiro diagnóstico sem cobrança e sem compromisso. Se não for pra gente, eu falo na hora.